Brinquem a vontadeeeeeee!!!!
Acusado de perder para a Bulgária na segunda fase para escapar dos cubanos na terceira, o Brasil mostrou neste domingo que não precisava temer os rivais. Com mais uma atuação memorável de Leandro Vissotto, que também tinha sido o herói da semifinal contra a Itália, a seleção se impôs desde o início e não foi ameaçada em nenhum momento. Venceu como time grande que é.

O terceiro título mundial consecutivo coroa uma campanha cheia de obstáculos: além das críticas pela derrota para os búlgaros, o grupo teve de lidar com o problema intestinal de Marlon, a lesão de Bruninho, a pressão da torcida italiana e a superação de um grupo renovado, com alguns jogadores que nunca tinham disputado um Mundial.
A vitória deste domingo veio com um ataque pela ponta de – quem mais? – Vissotto, que fez 19 pontos. Quatro a mais que o jovem fenômeno cubano Leon, de 17 anos, autor de 15. Com a conquista garantida, os jogadores correram pela quadra, gritaram, pularam, choraram. Tiraram da garganta um grito que ficou engasgado durante duas semanas: tricampeão mundial.
- Só quem está aqui pode julgar o que passamos. Pressões, dificuldades, mas chegamos ao título, e o time mostrou que é sólido, guerreiro, focado e reage bem à pressão - festejou Bernardinho, em entrevista ao SporTV logo após a partida.

Domínio desde o início
A incerteza sobre as condições de Bruninho acabou assim que o locutor da Arena chamou seu nome. Camisa 1, o levantador foi o primeiro a entrar na quadra. Mas quem começou brilhando foi o número 6, Leandro Vissotto. A exemplo da semifinal contra os italianos, o oposto brilhou no primeiro set. Com dois ataques seguidos, colocou o Brasil em vantagem de três pontos. Na primeira parada obrigatória, o placar mostrava 8/3.
Bruninho fazia cara de dor na metade do set. Parecia jogar na marra. Depois de um bloqueio que deixou o Brasil com 9/3, comemorou muito virado para o grupo de torcedores brasileiros na arquibancada. Vissotto continuava virando todas, mas agora tinha a companhia de Murilo e Dante. Cuba ainda esboçou uma reação no fim da parcial, com Hernandez soltando o braço no saque. Quando a vantagem caiu para dois pontos (21/19), Bernardinho pediu tempo para esfriar o rival. Deu certo. A Arena de Roma gritava por Cuba, mas foi o Brasil, após um ataque de Theo, que fechou o set em 25/22.
Os cubanos voltaram cometendo muitos erros. Com Murilo no saque, não conseguiam acertar o passe, e o Brasil abriu 4/0. Com 7/1, Orlando Samuels tirou o levantador Hierrezuelo e colocou Diaz, mas os vacilos não cessaram. O Brasil continuava com Vissotto inspirado. Giba, com seu bigode mexicano da sorte, jogava junto do banco. Orientava e não deixava os companheiros perderem a motivação. No fundo, nem era preciso alertar. A seleção jogava fácil.
Após a segunda parada técnica, a diferença era de seis pontos: 16/10. Bernardinho parecia gostar do que via e não reclamava como de hábito. Samuels parou o jogo quando o placar apontava 20/11 e o estrago já estava feito. Foi com um ataque de Vissotto o set terminou em implacáveis 25/14.
O terceiro set sugeria mais equilíbrio. Cuba parecia enfim acordar para o jogo e, pela primeira vez, teve uma liderança no placar. Mas a alegria caribenha durou pouco. Quando o Brasil passou à frente (7/6), Vissotto e Leon se desentenderam na rede. O oposto brasileiro chegou a colocar o dedo na cara do jovem cubano, que manteve a cabeça erguida. Murilo tentou acalmar os ânimos dos jogadores, mas o juiz interveio e encerrou a discussão. A vantagem verde-amarela se manteve apertada até a segunda parada, quando Bruninho e Vissotto resolveram encurtar o caminho para o título.

Ao fazer o 19º ponto, o oposto correu em direção ao levantador, e os dois comemoraram muito. A euforia era tanta que Bernardinho precisou pedir calma, principalmente ao filho Bruninho. Com 20/15 no placar, o técnico brasileiro fez a inversão do 5-1. Marlon e Theo entraram no lugar de Vissotto e Bruninho, mas quando Cuba cortou para 20/18, a alteração foi logo desfeita. Como nada poderia ser fácil na campanha, a seleção demorou a fechar o jogo. Murilo tentou, Lucão também, mas o último ponto tinha dono. Vissotto. Pelas mãos dele, num ataque pela ponta, veio o tricampeonato.
Naquele momento, não era mais preciso manter a cabeça no lugar. Após duas semanas, tinha chegado a hora da festa. Os jogadores correram pela quadra feito crianças. Bernardinho, ainda com as muletas e a expressão de alívio, abraçava quem estava à sua volta. Os campeões gritavam e tiravam tudo que estava guardado na garganta. Agora não há mais. O Brasil é tricampeão do mundo.

Ps.: E Murilo foi eleito o melhor jogador do mundial
A estreia do filme no Brasil será no dia 12 de novembro na sexta-feira seguinte ao GP do Brasil de F-1. Senna irá mostrar a vida do piloto desde a sua temporada de estreia na categoria, em 1984, até sua morte, em 1994.
O documentário está confirmado para salas de cinema do Rio de Janeiro e de São Paulo, com a possibilidade de estender as exibições para outras capitais do país.

No longa, Michelle interpreta a diva loira em uma história baseada na famosa cena da atriz em 1956 em Londres com o Sir Laurence Olivier.
.Confira outras famosas que já se transformaram em Marilyn.
Michelle concorreu a um Oscar em 2005, por seu papel em "Brokeback Mountain".

Na entrada, todos os convidados tiveram que deixar seus celulares, laptops, máquinas fotográficas e gravadores num guarda-volumes, tudo para evitar a pirataria.
O filme, que estreia na sexta-feira, dia 8 (hoje), em 600 salas em todo o Brasil, promete... As imagens fortes estão lá, gente morrendo, tiros (muitos tiros!), perseguição... E até o saco (aquele para sufocamento, tática de tortura do primeiro filme). Tudo está de volta. Mas com um a mais: "Tropa de elite 2" toca em assuntos delicados, fala não só de tráfico de drogas mas de milícia, ligação da PM com traficantes, corrupção não só na polícia mas, principalmente, na política e até ligação de chefe de Estado com bandidagem.
Uma das grandes surpresas do novo filme do agora coronel Nascimento fpo o desfalque de Dudu Nubre, que estava prometido no longa-metragem como um oficial do Bope. Nada feito: o único músico que marca presença em "Tropa de elite 2" é Seu Jorge, que surge nos primeiros minutos de filme como líder de uma facção criminosa que comanda uma rebelião em Bangu 1.
Agora atenção: os próximos parágrafos revelam detalhes do filme. Se quiser surpresa, melhor parar de ler por aqui!
O filme começa com a tal rebelião no complexo penitenciário de Bangu (recriado em estúdio para aparecer no filme). No início, Nascimento explica que a tentativa de deixar alguém em seu lugar no comando do Bope falhou, e por isso ele voltou. Importante: "Tropa 2" se passa em tempos atuais.
A rebelião está rolando e a matança rolando solta. É quando surge Fraga (Irandhir Santos), um defensor dos direitos humanos definido por Nascimento como um "intelectual de esquerda que vive defendendo vagabundo". Fraga surge no local para tentar acabar com a confusão. Mathias (André Ramiro), a essa altura, já está a postos para invadir. Ordenado pelo governador, Nascimento fala para não entrar, mas Mathias não respeita: ele entra e atira no líder (Seu Jorge). E aí os problemas começam.

Nascimento é quase banido da corporação, mas, como "bandido bom é bandido morto", a sociedade aplaude (literalmente, numa cena que rola em um restaurante) a atitude do coronel (que assume a culpa da morte do bandido). Porém, enquanto ele acaba parando na secretaria de Segurança do Estado, Mathias é rebaixado, expulso do Bope e volta a trabalhar num batalhão da PM.
O filme vai rolando e mostrando a relação de Nascimento com o filho (Rafael, interpretado por Pedro Van Held, o Artur de "Malhação"), com Rosane (Maria Ribeiro) e o atual marido da ex-mulher: ninguém menos que o tal do Fraga.

Sandro Rocha, que no "Tropa de elite 1" foi o PM corrupto que soltou a pérola "quem quer rir tem que fazer rir", volta em "Tropa 2" como PM atuante e, ao mesmo tempo, chefe da milícia na Zona Oeste do Rio. O nome da favela que ele domina? Rio das Rochas. Ele quer dominar outras áreas, e pede ajuda a Mathias. Afinal, bandido tem medo de "caveira", e por isso ele quer que o ex-Bope comande a invasão. Acontece que Mathias não sabe ao certo os reais motivos de Rocha: a princípio, a invasão à comunidade do Tanque, em Jacarepaguá, se dá para recuperar umas armas que foram roubadas de uma delegacia (roubadas por milicianos, diga-se de passagem, milicianos esses que são comandados por Rocha).
Mathias volta para o Bope, comanda a invasão e dá tudo certo. Mas ele quer recuperar as tais armas. Ele pega o até então traficante que é dono da favela e faz a velha tática do saco para que o bandido conte onde estão as tais armas. O tal criminoso não sabe, claro, onde elas estão. Rocha aparece na hora e mata o traficante. Mathias não gosta de ver isso, percebe que tem algo de errado e diz que vai investigar. É quando vira as costas e ganha um tiro, caindo morto na hora.

Importante: Fábio (Milhem Cortaz), agora coronel e comandante de um batalhão da PM, é amigo de Rocha. Apesar de fazer de tudo para não se envolver com a milícia, acaba se envolvendo.
Quando descobre que Mathias morreu, Nascimeneto resolve investigar. E descobre que foi a milícia que roubou as armas. Não só isso: descobre que os milicianos estão envolvidos com a campanha para reeleição do governador. Assunto delicado, mas muito bem abordado no filme.
Fraga se elege deputado e tenta fazer uma CPI das milícias. Por estar em época de eleição, ele não consegue colocar o projeto para frente. Mas Nascimento, que é subsecretário de Inteligência da secretaria de Segurança, começa a investigar. E aí, "parceiro", a emoção começa de verdade!
Um dos grandes destaques de "Tropa 2" é André Mattos, que, na pele do apresentador de TV e deputado Fortunato dá show na tela (numa performance à lá Wagner Montes).

A lista conta com diretores, atores, produtores, roteiristas e personalidades.
E não deu outra: O "Rei do Mundo" James Cameron ficou com a primeira posição.
O diretor tem dois filmes de maior bilheteria na história do cinema: 'Avatar' (US$ 2.71 bilhões) e 'Titanic' (US$ 1.8 bilhão). Seu último filme também relançou a moda do cinema 3D.
Conheça as 20 celebridades mais poderosas e influentes:
"A vida me pegou de forma tremenda”, diz Jennifer em entrevista ao TV Guide. “Do segundo em que Michael foi diagnosticado até quando finalmente ouvirmos os médicos dizerem que ele ficaria ok, foi além de tudo que já experimentei. Foi uma oportunidade para crescer e realmente nos apreciarmos”, conta a atriz.“'Tropa de elite 2' é o meu preferido em relação ao primeiro. É mais complexo, mais ancorado na realidade. O personagem [Nascimento] volta mais consciente e maduro”, avaliou Moura, minutos antes da primeira sessão do longa, que foi bastante aplaudido pelo público desde as primeiras cenas.

Nessa sequência, Nascimento é afastado do Bope e assume o posto de subsecretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro - o que o próprio personagem chama de "cair pra cima" na carreira.
Se no primeiro filme Nascimento se referia ao tráfico como "o sistema", dessa vez são as manobras políticas com interesses eleitoreiros que ele encara como inimigo direto. Ele chega a conclusão de que corrupção pode ser tão cruel quanto a venda de drogas nas favelas.
Pai no tatame
Ponto alto dessa nova fase do personagem também é a relação com o filho adolescente, Rafael (o estreante Pedro Van Held). O garoto questiona a violência praticada pelo pai no combate ao crime - o que é considerado "heroísmo" pelos conservadores e abuso de autoridade para os ativistas ligados aos direitos humanos.
"Com um cara bonito desses para ser meu filho, só tinha que dar coisa boa", brincou Moura, ao lado do jovem ator, que se esforçava em lutar contra a timidez mediante o assédio da imprensa na première.
Pedro falou sobre as cenas em que pratica jiu-jtsu com Wagner - no filme, o esporte é o maior elo afetivo entre pai e filho. "O Wagner é fera. Não abusei muito, senão apanhava", brincou.

"Pirataria nunca serão!"
A première do filme em Paulínia aconteceu sob forte esquema de segurança para driblar qualquer tentativa de pirataria. Segundo Padilha, as medidas - que incluíram revista na entrada da sessão, apreensão de celulares e câmeras, portas com detectores de metais - foram sugeridas pela própria equipe do Bope.
Citando um bordão famoso do primeiro "Tropa", que causou polêmica por ter ido parar em bancas de camelôs do Brasil meses antes da estreia oficial, o diretor escaldado garantiu que, desta vez, “pirataria nunca serão!”.

Ao longo de toda a sessão lotada no teatro de Paulínia - os 1.300 lugares estavam ocupados - seguranças circulavam entre as fileiras da plateia para checar se alguém havia driblado o monitoramento - coisa que beirava o limite do impossível.
"Tropa de elite 2" tem ritmo mais lento que o longa original. Mas as cenas de ação tem mais força e são mais bem filmadas. Destaque para uma das primeiras sequências de impacto que traz Seu Jorge (ótimo em sua curta aparição), como o bandido Beirada dominando o presídio de Bangu 1.
O coronel Nascimento aparece como um personagem mais cansado e cerebral, mas em alguns momentos retoma o vigor de "caveira" dos tempos de Bope. Sobra até para um deputado corrupto, que leva boas bordoadas em cena - sequência que fez o público de Paulínia entrar em êxtase.
Milhem Cortaz, como em "Tropa 1", volta com grande destaque incorporando o policial Fábio. "Fanfarrão" e mau-caráter, é dele um dos novos bordões que o filme traz: "quer me f..., então me beija". A frase arrancou gargalhadas da plateia.
Também se destaca o ator André Mattos, como Fortunato, apresentador de um programa policial sensacionalista. A interpretação beira a caricatura, mas parece feita sob medida quando se compara com certos âncoras desse tipo de jornalístico.
A venezuelana Carolina Herrera e a filha foram ao Corcovado, no Rio de Janeiro, na noite desta terça-feira, 5, para o lançamento da edição 2010 do Outubro Rosa, que visa conscientizar à prevenção do câncer de mama. A estilista viu o Cristo Redentor se iluminar de rosa, cor da campanha. O movimento popular internacionalmente começou nos Estados Unidos, e atualmente é comemorado em todo o mundo. Em outubro de 2008 foi a primeira vez que a estátua do Cristo Redentor ficou com o tom do projeto.
Venezuelana participou de coletiva de imprensa nesta terça-feira, 5.
A estilista venezuelana Carolina Herrera participou da coletiva de imprensa para divulgar a campanha contra o câncer de mama "Outubro rosa", nesta terça-feira, 5, no hotel Copacabana Palace, no Rio. Herrera estava acompanhada por suas filhas, Carolina Herrera Júnior e Mercedes.
